Algumas nascem no momento em que você começa a se abandonar para permanecer.
De esperar reciprocidade onde só havia esforço. De chamar de amor aquilo que, no fundo, era apenas o medo paralisante de ficar só.
Relacionamentos não adoecem apenas pelo que falta. Eles adoecem, principalmente, quando exigem que você deixe de ser quem é para que o outro permaneça.
Aqui a pergunta deixa de ser "como fazer dar certo com alguém?" e se torna: "o que acontece comigo quando me relaciono?"
Padrões que confundimos com amor, mas que são pedidos de socorro.
Quando você ama por dois e justifica atitudes inaceitáveis do outro chamando isso de empatia, esquecendo da autoempatia.
Abrir mão silenciosamente dos seus valores, rotina e desejos apenas para evitar conflitos ou rupturas que parecem insuportáveis.
Apaixonar-se pelo potencial, amando quem o outro poderia ser no futuro, e não quem ele realmente está sendo agora.
A terapia não é um lugar para aprender a amar melhor o outro. É um espaço para resgatar a autoridade sobre a sua própria vida.
Entender porque a solidão assusta mais do que a dor.
Aprender que dizer "não" para o outro é dizer "sim" para você.
Quebrar o ciclo de atrair sempre o mesmo tipo de parceiro.
O jeito mais rápido de agendar sua sessão e tirar dúvidas sobre o funcionamento da terapia.
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